Evolução de um Processo Unilateral de Normalização Hormonal em Estado Temporário Auto-induzido
Ora bem! Estava eu a ler o “Senhor das Sombras” quando o som de um objecto a cair à água ecoou e, consequentemente, me desconcentrou. “Olha, lá vai mais um ralhoto!” – pensei eu na poltrona. Dado que isto recorria a um cuidar de higiene imediato que me foi chamado à atenção com gotas do fundo do poço na pele, peguei num rolo e ao suave som da separação de uma película do “Scotex”, dirigi-me ao intrínseco das minhas nádegas, afastando a pelugem, claro, dando-lhe um toque suave e recorrendo a um ritual conhecido por todos. Nesse momento uma vontade de acariciar os congéneres levou-me a avisar: “Zitinha, põe a musica mais baixo!”. Ao afagar os soldados, um pequeno toque com o polegar na cabeça do general, fez-me recordar as funções do mesmo. “AHCKSA FODA!” – disse, e nos momentos seguintes vi uma luz ao fundo do túnel. Deus, era ele, ou assim eu pensava antes de ter voltado à realidade depois desta intemporal fracção de segundos que me parecia e soube ao infinito. Numa reacção momentânea, os irrefuntos cantos da minha memória foram percorridos por electricidade, activando o tempo em que um ser, para mim, sobre-humano do sexo oposto com a mania do relacionamento físico e emocional para a sobrevivência em comunidades inestéticas dedicava o seu tempo aos seus hábitos desportivos, os quais levou e levou-me a participar, consequentemente, devido aos actos e gestos que traçavam linhas sensuais por toda a sua descrição. Foi na água, um desporto aquático e eu marquei golo (quem sabe!), o que provocou, e actualmente provoca, disfunções a nível emocional, causando o que chamamos de stress! Essa energia negativa é libertada com a energia positiva transmitida pelos movimentos e pressões adequados pelas pontas e palmas dos membros superiores extremos. “Má ideia!” – pensei. Diga-se, em termos latos e recorrendo aos apontamentos sobre hierarquias de guerra, que dada a minha posição atrasada à posição deste ser sobre-humano do sexo oposto, que uma súbita ascensão de ânimo e moral levou-me a recorrer ao acto de uma repentina dor de estômago. Saindo de fininho com ela grossa, dirigi-me a outro sitio de higiene menos higiénico que o normal, despertando os meus sentidos mas não afastando os meus pensamentos. Já que, por falar em fininho, hoje quando vi um ser a quem chamam o nome de um morto, Paredes, na actividade natural diária da espécie que recorria ao derramamento de fluidos por parte e ajuda de um membro solidário e solitário ao espécimen citou, e repito: “Ai, um arrepio na espinha!”, activou, mais uma vez, impulsos eléctricos à minha preciosa massa encefálica, não desta vez na memória, mas no suposto raciocínio irracional natural ao meu género. Segundo a ciência, uma descarga nervosa do mais fulcral dos chacras, a base da coluna vertebral, é provocada quando há, por uns segundos, um pequeno endurecimento do membro alvo, sendo este o responsável pela descarga de fluidos não necessários ao organismo, que é, exactamente, o evento seguido deste último explicado, provocando, conclusivamente, a tal sensação de libertação própria. O que, claro, levou-me a sintetizar que o indivíduo em estudo teve, pelo sentido vulgar e sem querer ofender minorias, uma tesão! Momentos antes de se dedicar à função analisada anteriormente! Vejamos que esses momentos foram passados, por este indivíduo, à actividade de observação de seres da mesma raça com a diferença de um ligeira (ou não!) evolução na parte superior, inferior e traseira ao ponto de nascença do ser humano. A nota foi feita por minha parte ao notar que o indivíduo Paredes continha a cabeça a um ângulo permanente de 76º, sendo o ponto de referência o umbigo, enquanto agitava o pescoço repetidamente assinalando negação, seguido de um som causado pelo posicionamento e movimentos acertados e exactos dos lábios e língua, ou seja, um assobio; assobio esse que, em alguns casos, provocou um leve esgar de desdém dirigido a este complexo e perigoso espécimen. “E isso é tudo teu?” – afirmou ele! Já numa fase conclusiva, o já vácuo e branco do meu trono descansou em paz! Aquecendo de seguida o colchão onde me deito quase todos os dias lembrei-me de escrever esta MERDA!!! E já é 1h:26m e eu vou ter de acordar daqui a 5horas e sei que só vou adormecer daqui a uma. E já estou farto de toda esta porra, que eu não ando a dormir um caralho, e depois ponho-me a escrever cenas sem interesse e devia era estar a dormir que eu estou com uma pedra de sono do caraças. E acho que é isso que eu vou fazer, por isso “Té ‘manhã” e xauzinho ou o caralho que o foda que já me estou a irritar e por isso não me ocorre mais nada e eu já tive tempo de dar 3 peidos e vou pôr um ponto final. Aí está ele porque a frase já estava muito grande e já me caguei outra vez, deve ser das tripas, e já me estão a pesar os olhos. E foi bom enquanto durou, mas… finalmente acabou!

2 Comments:
LoL... ele n fala, ronca!
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Paredes, at 10:16 AM
Nota do autor: Este texto já data de algumas semanas e só agora foi publicado. Esta merda de texto é só pra inteligentes Ramos & Ramos. Nao me venhas com merdas que tu nao leste ate ao fim. Isto sao reflexoes altamente filosoficas e, caso nao tenham reparado um Processo Unilateral de Normalizaçao Hormonal em Estado Temporario Auto-induzido é (sabes o quê?) uma P.U.N.H.E.T.A. Junta as iniciais. E isto explica um processo evolutivo dessa actividade, com algumas divagações no meio (simplesmente)... Cambada de lolitas, pá!
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Soneca, at 10:44 AM
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