Reflexão
É com grande apreensão que tenho acompanhado a evolução da cerveja em Portugal. Sendo apreciador como qualquer gajo de jeito, fiquei profundamente preocupado quando constatei que está a acontecer à minha querida super bock o mesmo que aconteceu em tempos à frize. Antigamente, chegava um tipo (leia-se rôto) a um bar e pedia uma àgua com gás frize e era atendido sem mais demoras. Agora se esse mesmo individuo (leia-se gay) fizer esse pedido perguntam-lhe logo se quer de maracujá, tangerina ou manga! Até aqui tudo bem porque eu não bebo dessas merdas. Mas pelos vistos a super bock vai pelo mesmo caminho. Pah, não tem que enganar... cerveja é cerveja! Depois há também a preta... inda é naquela se um gajo quiser variar (embora eu ache que se trata de uma cerveja para paneleiros). E fica giro dois tipos. Há as loiras e as morenas como as gajas e tal. Mantêm-se como uma bebida máscula. Mas olhando para o panorama actual vemos muito mais merda. É uma green, é uma sem álcool, é agora a boémia... Porra para tanta rotice! Já imaginaram um douturado da construção civil (vulgo trolha) a chegar a um café (café?... eu estou mesmo mal... café não, tasca...) e em vez de pedir "Ah e tal quero uma bejeca!" vai pedir uma cerveja green sem álcool porque senão ele pode ganhar barriga?! Bahhh...

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