Nota explicativa
Qualquer múmia paralítica que passe por esta espelunca de devaneios virtual pela primeira vez pensa, ao ler o anúncio abaixo em que se procura o autor do tal e-mail, que tanto eu, que o escrevi, como todos os pensadores da era moderna deste sítio são uns camafeus de uma ignorância alarmante. Ora estão muito enganados porque o surreal de tudo isto é que a persona Paulo Malheiro Dias muito provavelmente não escreveu tal coisa. Porquê?
1º - O individuo em causa tem mais que fazer da vida. É um homem casado, com família constituida e vacinado... Ora bem, ele tem aspecto de quem é vacinado. Mas fica a dúvida no ar;
2º - O sr. Dias não tem o meu e-mail. Se tivesse teria de ter pedido a um qualquer B3, e este depois viria se chibar à minha pessoa imediatamente. Coisa que não aconteceu;
3º - Vocábulos tais como "que_se_foda", "puta", "pissa" e "fodidas" não faziam parte do diálogo fluente e cuidado do prof. Malheiro.
Porém, a possibilidade de tal autoria ser essa mesma que estão a pensar existe. Possibilidade essa que toma cotornos graves a cada dia que passa, pois ninguém reclamou a falsidade da pseudo-piada. Também é mais que sabido que em relação a passwords, as únicas sabidas eram as de acesso à internet. Logo, partindo deste pressuposto, poderá ter muito bem sido o nosso conhecido docente (para quem não teve aulas com a Glória, é um sinónimo de professor). É neste momento que todos nós nos perguntamos: 'Que se terá passado na cabeça dele?', 'Será que o homem se fartou da entediante vida escolar sem a "nossa" presença?', 'E será que esse sentimento se materializou neste e-mail?' e 'Terá sido este o seu grito de ipiranga contra a desmantelação dos ideais em torno da B3?'.
Certamente, espero eu, algo se descobrirá acerca disto. Pelo menos era o objectivo do anúncio e tal. Por isso, não percam o próximo episódio... porque nós também não!
1º - O individuo em causa tem mais que fazer da vida. É um homem casado, com família constituida e vacinado... Ora bem, ele tem aspecto de quem é vacinado. Mas fica a dúvida no ar;
2º - O sr. Dias não tem o meu e-mail. Se tivesse teria de ter pedido a um qualquer B3, e este depois viria se chibar à minha pessoa imediatamente. Coisa que não aconteceu;
3º - Vocábulos tais como "que_se_foda", "puta", "pissa" e "fodidas" não faziam parte do diálogo fluente e cuidado do prof. Malheiro.
Porém, a possibilidade de tal autoria ser essa mesma que estão a pensar existe. Possibilidade essa que toma cotornos graves a cada dia que passa, pois ninguém reclamou a falsidade da pseudo-piada. Também é mais que sabido que em relação a passwords, as únicas sabidas eram as de acesso à internet. Logo, partindo deste pressuposto, poderá ter muito bem sido o nosso conhecido docente (para quem não teve aulas com a Glória, é um sinónimo de professor). É neste momento que todos nós nos perguntamos: 'Que se terá passado na cabeça dele?', 'Será que o homem se fartou da entediante vida escolar sem a "nossa" presença?', 'E será que esse sentimento se materializou neste e-mail?' e 'Terá sido este o seu grito de ipiranga contra a desmantelação dos ideais em torno da B3?'.
Certamente, espero eu, algo se descobrirá acerca disto. Pelo menos era o objectivo do anúncio e tal. Por isso, não percam o próximo episódio... porque nós também não!

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