falo falo mas nao digo nada

quarta-feira, abril 06, 2005

Estou em Algebra2

Nestes momentos em que uma luz se assoma ao meu pensamento pós-moderno e postrado ao contemporâneo, ocorre-me que, efectivamente, não estou a perceber nada desta aula de ALGA II. Uma entidade provável e possivelmente superior a quem se dirigem como o regente desta cadeira divaga sobre os conteudos desta matéria. Este ser que fala, hipoteticamente, para o quadro faz alusão a raios de curvatura, raizes com vectores e fórmulas, quiça, quânticas (pelo menos para mim) com grande entusiasmo e extase faz-me, nesse preciso instante, questionar e tentar encontrar razões que justifiquem a minha presença neste lugar. "Porquê?" - a mais básica e imponente das questões que todo o ser racional impõe às duvidas abstractas (ou a maior parte delas). Esta pergunta interessante e deveras irritante tem apenas uma resposta possivel, não só para a minha duvida como para todas as questões que envolvem teorias caóticas, origens do nosso ser e afins: "Não faço a puta da minima!!!"