falo falo mas nao digo nada

sábado, setembro 10, 2005

Hoje é um bom dia para morrer

Corre por aí o boato de que eu serei a primeira puta b3 a morrer. É totalmente falso! Como tal, venho por este meio avisar todas essas infames e desequilibradas mentes que vos irá crescer um castanheiro no cuzinho do tamanho das extintas torres de Tróia na próxima vez que proferirem tal blasfémia e o seu crescimento estará exponencialmente relacionado com o número de vezes que disserem essa merda. Tendo em conta também que o Outono está aí à porta e que os ouriços vão começar a cair, penso que todos irão repensar antes de falar nisso (com a óbvia excepção do Telmo e também a do Azebu, dado este ser bi-anal). Avisos à parte, explicar-vos-ei num acto de bondade extrema (não leram mal nem eu me enganei, é mesmo bondade... não tenho culpa de ser bom e tal) o porquê de estarem errados. É simples: muito antes de eu morrer outras pêgas o farão. O Alex vai-se enfaixar na IP4 na viagem de regresso de mais uma das suas visitas às mães de Bragança. O Xona vai morrer num daqueles ataques de caspa como lhe deu numa aula de PI e vai espumar-se de tal maneira que vai asfixiar. Além disso, temos o mítico caso do Zé João (o falecido). Caso não se lembrem este gajo já morreu só que ainda ninguém da família descobriu porque não entrou no quarto. A net tá ligada a sacar 345 filmes (qualidade dvd rip claro, porque o moço é puta fina) mas ele tá estendido no chão, coberto com uma camada de breu com 20cm de altura, à cerca de 4 meses (altura em que acabou a Queima). Outro exemplo é o Badocha, que de tanto se ter queimado para fazer aquele look de vaca com dono nos braços e ter gostado, vai repetir a experiência em mais partes do corpo. Isto provocará um sobre-aquecimento tal na sua gordura, no seu corpo digo, que fará com que ele derreta. Ou seja, vai ficar, literalmente, nada mais que um monte de banhas (Bdx, se estás a ler esta merda, pergunto: Há quanto tempo te chamo pote de banhas? À muito... Se calhar sempre tens alguma utilidade, porque provas que eu não preciso de me inscrever no curso de advinhaçao da Maya onde anda o Azebu). E por fim inda temos o Mokenga, que vai morrer enrabado a ver o céu aos quadradinhos. O moço irá ser detido por posse de substâncias ilegais, pois apesar da sua vasta experiência como correio de narco-tráfico (vulgo passador ou gajo que arranja umas merdas giras) em envolver a cena num preservativo e enfiá-la onde o Sol nunca nasce, não vai enganar o faro do inspector Max (causa da sua descoberta portanto). Por consequência o Dinis, eterno amante e cumplice nos esquemas do Moka, padecerá. Após saber da captura do amor da sua vida, o Dinis (accionista maioritário dos Filmes Castelo Lopes juntamente com o Dani) trancar-se-á no quarto com uma foto do Pires no bolso de trás das calças (vá-se lá saber porquê...), o resto da cena na mão esquerda e um revólver (leia-se fusco) na direita, enquanto impacientemente aguarda que o tempo passe e que eles o venham buscar e cobrar a dívida. Claro que pasados 5 minutos ele fumou aquela merda toda e pôs-se a jogar à roleta russa com os amigos imaginários dele e os elefantes cor-de-rosa (leia-se que a causa de morte é suicídio). Enfim são no mínimo 6 putas b3 a morrerem "em antes" de mim... Agora um reparo final para aqueles gajos (entende-se apenas o Rui ou Sr Obscene ou garganta funda) que dizem que eu devia pôr um implante Zoe na cabeça para eles terem recordações minhas e tal: se isso acontecesse, seriam extraídas as partes relacionadas com sexo e álcool, o que daria somente a minha vida dos 0 até aos meus 12 anos. De qualquer forma, hoje é um bom dia para morrer....

Fazer nada não existe

...De volta às drogas, começo a sentir uma inundação de ideias que não lembram nem interessam a um caralho. E questiono-me: "O que estou eu a fazer?". Resposta: "NADA!". "Mas... Então tou a fazer alguma coisa!" - diz-me o elefante cor-de-rosa (a voz na minha cabeça que frequentemente se exalta proclamando hinos de morte às doninhas). "O QUÊ???" - pergunto-lhe eu. Ora vejamos:
Se tivermos a fazer nada, logo inclui que estamos a fazer alguma coisa, coisa essa que é o nada, ou seja, entramos num paradoxo. Então fazer nada não existe! Mas vocês exclamam em jeito do tom do Ramos: "AH!? Que é que tás praí a dizer?"; e afirmam tipo Paredes: "Tás burro ou quê?"; E eu digo-vos: "Têm calma faxabori?".
É assim: ("É assim o caralho!" - diz o Azebu).
Se eu digo: "Tou a ber telebizoum!", é porque estou a fazer alguma coisa que é, efectivamente, ver televisão! Se eu digo: "Num faço um caralho!", que é o mesmo de: "Não estou a fazer nada!", é porque estou a fazer alguma coisa que é -SIM,SIM- NADA! Aí vocês dizem: "AH! PERA AÍ! Disseste 'NÃO estou a fazer nada'!", ao que eu digo: "Bai-te foder! Oubes mal? Lava a puta dos ouvidos! Eu disse 'num faço um caralho' e mesmo que eu tivesse posto a merda do -Não- à frente dessa puta de frase então estaria a cometer um erro lógistico!". Ora se eu NÃO estou a fazer nada, então estou a fazer outra coisa que não o nada, ou seja, estou a fazer algo. E, AI FODASSE, LOGO A PUTA DO NADA NÃO EXISTE! Só existe como conceito e mais nada.
E é aí que o Rui diz: "Soneca, vai dormir que o teu mal é sono.", e sabem o que eu lhe digo? Nada...

sexta-feira, setembro 09, 2005

A última fatia..

Na próxima vez que forem a um aniversário ou qualquer outra ocasião em que haja bolo reparem no seguinte: há sempre aquela gaja que vai cortar fatias de bolo como se disso dependesse a sua vida. O ritual é muito simples. Deixo uma breve descrição sobre este assunto.

Chegando a altura de cortar o bolo levanta-se a gaja mais bolacha na festa e poe-se a cortar fatias. A primeira fatia vai para o gajo exactamente à sua esquerda. Este passa novamente para a sua esquerda e assim sucessivamente. Ninguém sabe onde vai parar a puta da fatia, mas o que é certo é que há sempre mais alguém para a passar. E claro, mais fatias vão sendo passadas. Mas, como estão todos bem atestados da almoçarada / jantarada querem é dar peidos, e não comer as rançosas fatias.

Entretanto a gaja-bolacha-corta-fatias continua na sua tarefa.
Por fim corta uma última fatia que não é para ninguém, porque ja todos têm uma, ou duas na mão.

Conclusão:
o que sobra de um bolo é sempre dado pela equação:

= x% + uma fatia

em que x% representa o que não foi cortado.