falo falo mas nao digo nada

quinta-feira, março 31, 2005

Uma noite diferente

A acção desta noite desenrola-se numa sala de filmes eróticos. Homens e mulheres sentam-se em cadeiras distantes umas das outras para poderem tocar-se, sem que o pudor vença o desejo. Está escuro. A única luz, e inscontante, vem da projecção. O som, talvez um pouco repetitivo, é também algo estimulante. Tantas cadeiras para tão pouca gente. Irónico o facto de todos estarmos ali para ver aquilo que, à partida, sabemos que não vamos ver. No entanto acreditamos. Acredito, bem como toda a plateia, que por trás daquele soutien, daquela langerie, de todo aquele cenário ficticio está a razão da minha presença. O caminho para o prazer da carne é longo. Um ritual tem de ser seguido. Um jogo de sedução é levado à risca deixando os nervos em franja. Essa é a essência do filme. Sexo nu e cru representa a brutalidade, a falta de personalidade, o vazio..
No entanto, apesar desse caminho ser longo, o excitante é o facto de ele ser percorrido lentamente. A frustração, a curiosidade, a ansiedade o desejo, todos andam de mão dada.
Algo-me me chama atenção. A rapariga que está duas ou três cadeiras à minha frente apoia a perna direita na cadeira da frente. Não ligo, e continuo a ver o filme. A protagonista é uma prostituta. É obrigada a levar uma vida porca para se sustentar e combater o vício da droga. Pelo menos é isso que afirma. Mas por trás desta história deprimente esconde-se o verdadeiro vício. Afinal a protagonista não é prostitua, mas sim ninfomaníaca. Mas esperem.. à minha frente, a "tal rapariga" (a partir de agora chamemos-lhe assim), acaba de repetir a cena, mas desta vez com a perna esquerda. Agora, as suas pernas estão ligeramente afastadas. Na escuridão nota-se um movimento suave da mão. Será esta a primeira vitima? O filme já pouco me prende. É impressionante a força de toda aquela delicadeza. Está a deixar-me louco. O climax está finalmente atingido. De forma brusca levanto-me. Rapidamente curvo-me. Lembrei-me que não estou sozinho. Existem pessoas interessadas no filme. Aproximo-me da "tal rapariga". Após uma rápida avalição de toda a sua estatura sinto as hormonas a passearam no meu corpo. Tomaram posse de todo o sistema nervoso. Já nada pode ser feito. Sento-me mesmo ao lado dela. A atitude mantém-se. As coisas foram acontecendo naturalmente e cada vez se tornava mais e mais erótico pisando agora a linha do pornográfico. Sentia-a bafejar lentamente no meu pescoço. Pensei em vós baixa, Estão todos a olhar para nós. Ela disse: "O que é que isso interessa". Eu disse: "Nada".

quarta-feira, março 30, 2005

Evolução de um Processo Unilateral de Normalização Hormonal em Estado Temporário Auto-induzido

Ora bem! Estava eu a ler o “Senhor das Sombras” quando o som de um objecto a cair à água ecoou e, consequentemente, me desconcentrou. “Olha, lá vai mais um ralhoto!” – pensei eu na poltrona. Dado que isto recorria a um cuidar de higiene imediato que me foi chamado à atenção com gotas do fundo do poço na pele, peguei num rolo e ao suave som da separação de uma película do “Scotex”, dirigi-me ao intrínseco das minhas nádegas, afastando a pelugem, claro, dando-lhe um toque suave e recorrendo a um ritual conhecido por todos. Nesse momento uma vontade de acariciar os congéneres levou-me a avisar: “Zitinha, põe a musica mais baixo!”. Ao afagar os soldados, um pequeno toque com o polegar na cabeça do general, fez-me recordar as funções do mesmo. “AHCKSA FODA!” – disse, e nos momentos seguintes vi uma luz ao fundo do túnel. Deus, era ele, ou assim eu pensava antes de ter voltado à realidade depois desta intemporal fracção de segundos que me parecia e soube ao infinito. Numa reacção momentânea, os irrefuntos cantos da minha memória foram percorridos por electricidade, activando o tempo em que um ser, para mim, sobre-humano do sexo oposto com a mania do relacionamento físico e emocional para a sobrevivência em comunidades inestéticas dedicava o seu tempo aos seus hábitos desportivos, os quais levou e levou-me a participar, consequentemente, devido aos actos e gestos que traçavam linhas sensuais por toda a sua descrição. Foi na água, um desporto aquático e eu marquei golo (quem sabe!), o que provocou, e actualmente provoca, disfunções a nível emocional, causando o que chamamos de stress! Essa energia negativa é libertada com a energia positiva transmitida pelos movimentos e pressões adequados pelas pontas e palmas dos membros superiores extremos. “Má ideia!” – pensei. Diga-se, em termos latos e recorrendo aos apontamentos sobre hierarquias de guerra, que dada a minha posição atrasada à posição deste ser sobre-humano do sexo oposto, que uma súbita ascensão de ânimo e moral levou-me a recorrer ao acto de uma repentina dor de estômago. Saindo de fininho com ela grossa, dirigi-me a outro sitio de higiene menos higiénico que o normal, despertando os meus sentidos mas não afastando os meus pensamentos. Já que, por falar em fininho, hoje quando vi um ser a quem chamam o nome de um morto, Paredes, na actividade natural diária da espécie que recorria ao derramamento de fluidos por parte e ajuda de um membro solidário e solitário ao espécimen citou, e repito: “Ai, um arrepio na espinha!”, activou, mais uma vez, impulsos eléctricos à minha preciosa massa encefálica, não desta vez na memória, mas no suposto raciocínio irracional natural ao meu género. Segundo a ciência, uma descarga nervosa do mais fulcral dos chacras, a base da coluna vertebral, é provocada quando há, por uns segundos, um pequeno endurecimento do membro alvo, sendo este o responsável pela descarga de fluidos não necessários ao organismo, que é, exactamente, o evento seguido deste último explicado, provocando, conclusivamente, a tal sensação de libertação própria. O que, claro, levou-me a sintetizar que o indivíduo em estudo teve, pelo sentido vulgar e sem querer ofender minorias, uma tesão! Momentos antes de se dedicar à função analisada anteriormente! Vejamos que esses momentos foram passados, por este indivíduo, à actividade de observação de seres da mesma raça com a diferença de um ligeira (ou não!) evolução na parte superior, inferior e traseira ao ponto de nascença do ser humano. A nota foi feita por minha parte ao notar que o indivíduo Paredes continha a cabeça a um ângulo permanente de 76º, sendo o ponto de referência o umbigo, enquanto agitava o pescoço repetidamente assinalando negação, seguido de um som causado pelo posicionamento e movimentos acertados e exactos dos lábios e língua, ou seja, um assobio; assobio esse que, em alguns casos, provocou um leve esgar de desdém dirigido a este complexo e perigoso espécimen. “E isso é tudo teu?” – afirmou ele! Já numa fase conclusiva, o já vácuo e branco do meu trono descansou em paz! Aquecendo de seguida o colchão onde me deito quase todos os dias lembrei-me de escrever esta MERDA!!! E já é 1h:26m e eu vou ter de acordar daqui a 5horas e sei que só vou adormecer daqui a uma. E já estou farto de toda esta porra, que eu não ando a dormir um caralho, e depois ponho-me a escrever cenas sem interesse e devia era estar a dormir que eu estou com uma pedra de sono do caraças. E acho que é isso que eu vou fazer, por isso “Té ‘manhã” e xauzinho ou o caralho que o foda que já me estou a irritar e por isso não me ocorre mais nada e eu já tive tempo de dar 3 peidos e vou pôr um ponto final. Aí está ele porque a frase já estava muito grande e já me caguei outra vez, deve ser das tripas, e já me estão a pesar os olhos. E foi bom enquanto durou, mas… finalmente acabou!

segunda-feira, março 21, 2005

A mania dos preconceitos...

Neste estranha comunidade a que pertencemos, existem várias coisas que eu não entendo. Uma delas está mais uma vez relacionada com o nosso vocabulário diário. Passo a explicar... Porque é que por vezes quando queremos descrever alguém usamos os diminutivos 'tono' e 'beto'? Tipo... "Ah e tal, no CIC é só betos!" Fds, eu andei no CIC e não me chamo Alberto! E depois, porque que raio é que chamamos de 'tono' às personagens que achamos que são saloias? É estupido... "O Azebu é um tono!" Crl, ele chama-se Daniel e não António! Se lhe chamassem parolo inda era naquela... Outra puta de estupidez é aquela espressão de piça que de vez em quando utilizamos... Por exemplo: "A que horas tens aulas?" e a resposta "Às 11!". Que parvoice! Será que a pessoa que respondeu queria dizer que tinha aulas às 11 horas ou queria simplesmente dar uma resposta apaneleirada e aquela foi a primeira coisa que lhe passou pela cabeça?? Ninguém sabe, a estória é deles... Agora perguntam vocês "Deles?" ao que eu respondo "Peço desculpa! Realmente estava equivocado. Por isso, um chuto no cú pra vocês! Isto porque trata-se de um diálogo entre as pêgas Zé João e Tiago..." O melhor é mesmo ir perguntar ao Zé porque é que ele deu esta resposta de rôto. Quer dizer, se calhar ele disse isso porque é gay e anda a tentar assumir-se aos poucos, não? Bah... Se calhar não......

quinta-feira, março 17, 2005

Devaneios matinais

Li esta merda num site agora mesmo: "Um cigarro encurta a vida em 2 minutos, uma garrafa de álcool encurta a vida em 4 minutos, um dia de trabalho encurta a vida em 8 horas" Bom, se pusermos as coisas dessa maneira... Deus me livre! Se contabilizar a quantidade gigantesca de 2 e 4 minutos que já devo à cova... É o fim do mundo! Acho que afinal não chego a ser avô....

terça-feira, março 15, 2005

Mais manias...

Depois do meu último comentário sobre algumas coisas estúpidas que dizemos durante uma conversa, resolvi agora fazer algo parecido mas em relação às ofensas verbais. Antes demais queria só aqui dizer que homem que é homem não chama nomes a ninguém. Homem que é homem quando o insultam responde imediatamente com violência física... Que é para não haver dúvidas! Mas como toda a regra tem excepção, também esta a tem. Quero com isto dizer que é muito bonito dizer isto mas se sempre que nos insultam um gajo respondesse logo à lapada... Deus me livre! Era o fim do mundo... Até porque se repararem existem expressões que num contexto são insultos mas noutros funcionam como os nomes próprios, quiça como um próprio diminutivo do verdadeiro nome da pessoa em causa. Por exemplo, quando eu chamo um gajo b3 de pêga ou rôto é naquela... È a msm merda que dizer "oh azebesta, anda aki ao papá!". Sem qualquer sentido malicioso portanto... Mas agora se for uma personagem que seja alheia ao quotidiano citadino do ofendido... Isso na minha terra é logo motivo de porrada! Penso que me fiz entender... Senão fiz, ide para o caralho! Outra cena é os insultos que se usam hoje em dia. Um dia destes ouvi na faculdade um gajo a tentar insultar outro "Oh, és msm infantil... que parvoice!", ao que o ofendido responde "Vai-te lixar e não me fodas a cabeça!". Vai-te lixar?? Não me fodas a cabeça?? Que puta de mania... O gajo vai chegar a casa pegar numa lixa e começar a lixar o corpo todo, queres ver!? E dp, não me lembro de expressão mais apaneleirada que o "nao me fodas a cabeça" (acho que dispensa comentários...). Se o tipo queria insultar, insultava! Não se punha com estas rotices. Se fosse eu a insultar seria uma merda do tipo "Oh meu grande filho da puta! Cabrao do caralho! Havia de te crescer um castanheiro no cú e ser Outono o ano inteiro! Assim ficavas feliz da vida e deixavas de me chatear..." Isto sim é um insulto! Se calhar podia ser mais fortezito mas vocês perceberam o meu ponto de vista. Bem já chega de falar falar e nao dizer nada. Até porque está um dia tão bonito...

segunda-feira, março 14, 2005

Duas das melhores anedotas de todos os tempos..

Um aviao de passageiros despenha-se numa ilha deserta. Sobreviveram apenas dois homens e uma mulher.
Passados 3 meses, a mulher suicidou-se devido à vida porca que levavam..
Passados 4 meses, os dois homens enterraram a mulher devido à vida porca que levavam..
Passados 5 meses, desenterraram a mulher devido à vida porca que levavam..

O que diz um homem para a mulher com os dois olhos negros?
- Já te avisei duas vezes

Pastar

Foi em plena aula de PC que decidi "pastar" pra net. E, nesse momento, uma duvida existencial assomou-se ao meu pensamento cognitivo e questionei-me sobre o significado, latencia e fonetica da palavra "pastar" em contexto real. Analisemos:
-"Vou pastar pra Net!" -> Uma frase deveras interessante e vulgarmente utilizada em momentos de ausencia de qualquer tipo de acção interessante contextualizada no mundo real. Ora se eu não fosse uma pessoa minimamente culta diria que a Net é um campo onde animais como a vaquinha vão comer erva, pastar, e isto no sentido lato da palavra, porque no sentido estrito, eu consideraria uma simples brincadeira. Mas agora quando alguem diz: -"Vai pastar!" -> Um insulto com uma significancia relativa às pessoas a quem se dirige! Vejamos, se um gajo me manda pastar, eu digo que ele e gay. Razão: Homem que é homem manda foder, não essas mariquices. Já se fosse uma mulher, eu diria que ela precisava de ler estes apontamentos para se aperceber o quão ridicula é esta palavra nesse preciso contexto! Porque se o objectivo dela é realmente mandar-me 'po caralho (ai, ai, tanta palavra feia), devia saber que pastar, como ofensa, não tem qualquer tipo de impacto emocional num gajo que, como eu, se 'tá, literalmente, a cagar! Mais uma coisa: NÃO ACREDITO QUE ESCREVI TANTA MERDA SEM ALGUMA UTILIDADE NA NOSSA SOCIEDADE! Bom, foi para respeitar o contexto deste blog! E é dedicado ao Paredes que eu vos digo: "Fiquem bem!"

Historia Real

(Os nomes foram mudados, por respeito ao anonimato)

Eng. Soneca, um cientista-chefe de um centro militar de pesquisa e teste de produtos quimicos produzidos em laboratorio, e Eng. Ramos, estagiario no mesmo centro. Este centro de pesquisa encontra-se nos Estados Unidos e intitula-se Laboratorio 18.
Num dia comum, a tarde, o Eng. Ramos entra no laboratorio do Eng. Soneca que, aparentemente se encontrava cheio de trabalho, com todo o equipamento laboratorial espalhado pela mesa. Nessa mesa encontrava-se um frasco que continha um liquido misteriosamente amarelado e borbulhante, intensamente observado pelo Eng. Soneca. Ao notar a presença do Eng. Ramos, o Eng. Soneca de repente levantou-se, pegou no frasco e disse-lhe:
-"Bebe isto!"
-"O quê?"-perguntou o Eng. Ramos.
-"Consegui! - gritou em extase - "Consegui finalmente criar o Elixir Universal!"
-"O quantas?"
-"Á uns anos atras, o meu pai, nas suas pesquisas, encontrou uma formula que ditava a criaçao de uma substancia de que toda a vida e alma humana deriva! Teoricamente, todo o universo contem detritos congelados desta substancia! No entanto, ele nunca teve a coragem de seguir a formula e criar o elixir, mas eu... EU CONSEGUI! Eu criei o Elixir Universal, a substancia que criou a existencia, a vida!"
-"E agora? O que e que vais fazer?"
-"Experimentar! Preciso de saber o que acontece ao experimentar num humano! É por isso que eu queria que tu o bebesses!"
-"EU!? Porque e que nao o bebes tu?"
-"Porque eu nao sou estupido!"
-"..."
-"Tanto quanto sei, o elixir irá provocar um estado de existencia cognitiva na pessoa que irá abraçar toda a sabedoria e existencia de todo o ser!"
-"Efeitos secundarios?"
-"Desconfio que um cerebro humano nao podera acolher tanta informaçao de uma vez!"
-"E?"
-"Poderá levar à inevitavel morte!"
-"Grande amigo que tu me saíste!!!"
-"Pensa bem! Pela ciencia! Nem que morras experimentarás breves momentos de clareza! Poderás ser tudo! Vais saber coisas que ate o Einstein se sacrificaria para saber! Vais ser Deus!!!"
-"Nao penses que me convenses!"
-"Tu la sabes! Mas pelo sim, pelo nao, vou deixar o frasco bem à tua frente no caso de mudares de ideias."

O frasco la foi pousado e o Eng. Ramos estudou-o atentamente durante 6 horas, perdido nas suas reflexoes:
"Valerá realmente a pena?... Hum, ele tem a sua razão... "Pela ciencia"... foi para isto que eu estudei...? Dar a minha vida pela ciencia...? Eh pá, QUE SA FODA!!!"
Levantou-se subitamente, pegou no frasco num movimento brusco e ingeriu-o de uma só vez, saboreando a mistura!
"Hum... Estranho... Não sinto nada..."-pensou, olhando para um Eng. Soneca aparentemente sério.
Foi nesse momento que o Eng. Ramos arregalou os olhos e reparou no sorriso malicioso que crescia no canto da boca do Eng. Soneca que, de repente, se levantou e desatou a correr pelo corredor fora gritando:
-"MWHAHAHA! O RAMOS BEBEU O MEU MIJO!!!"

sábado, março 12, 2005

Analisando a expressão "sa foda"

É importante dizer que não é uma expressão qualquer. Mas sim a expressão.

Bem, começando pelo "sa". Embora possa parecer um pouco escorregadio, este "sa" acenta que nem uma luva. Diria mais, é como o preservativo perfeito no pénis perfeito na pachacha perfeita. Encher a boca para dizer "ssssaaaaaaa" é um prazer, muito provavelmente, mais atraente que a maça de adão.
Temos agora a segunda parte, "foda". Esta palavra transporta consigo muitas emoções que foram surgindo ao longo de 3 anos b3. Imaginem, um teste correu mal, "sa foda". A cerveja caiu mal no estomago, "sa foda". Chegaste a casa todo bebado e a tua mae esta aos berros, "sa foda". Engravidaste alguém, "sa foda". Essa alguem era homem "sa foda". Já deve ter dado para perceber a ideia.

Experimentem pensar assim. Vão ver que se vao sentir melhor.
No entanto, é preciso sentir para que isto corra bem. Dizer por dizer não conta.

Por exemplo, chumbei practicamente a tudo...
Ssssssaaaaaaa fffooodddaaa

A razão da minha ausência

Eu sei que ultimamente tenho andado desaparecido. As doninhas que o digam. Uma vez ou outra lá apareço por trás (mesmo quando elas menos esperam), deixo o meu esperma letal e enforco-as de seguida...!
E vocês pensam: "ena, que crueldade". Ao que eu respondo: "Não quero engravidar doninhas..".

Mas voltando ao assunto principal. Ultimamente tenho tido muitas ideias. Todos sabem que neste blog fala-se de tudo mas acaba-se por não dizer nada. Logo tenho andado um pouco fora do contexto. Já viram o que era eu vir para aqui "descarregar" as minhas ideias de génio? nah... não sou desses..

Mudando o assunto novamente, passei o dia de hoje a interrogar-me de que seriam feitos os sonhos. "de que são feitos os sonhos?". Será que o nosso cerebro monta o "filme", grava em dvd, e depois, durante a noite, poe play para nos vermos? ou será que é á medida que vamos sonhando que as coisas vao acontecendo sem haver uma linha a seguir? uma questão curisosa, penso eu de que...

Levanto esta questao porque hoje tive um sonho deveras interessante e recheado de emoçao. Desde ja, aviso que nao era erotico ou pornografico.
Foi tão bonito que nem vos conto. não quero por em palavras porque sei que a sua essência perder-se-ia na tradução.
(ups, axo que as ideias intelectuais estao a vir me á cabeça novamente.. é melhor parar por aqui)

segunda-feira, março 07, 2005

Que mania...

Porque é que algumas pessoas têm a tendência de antes de iniciar uma conversa dizerem os nomes? Por exemplo, duas pessoas encontram-se, viram-se uma para a outra e ouve-se logo "Manel!!!" e depois "Maria!!!". Eu duvido muito que as pessoas não saibam o seu próprio nome. Qual é a lógica? E a seguir ouve-se "Então pah!" ou "Tá tudo meu?". Então o quê? Tá tudo como? É estupido! Mas isto levanta outra questão... O que quer dizer pah? Será uma abreviatura de paneleiro? E meu quê? Meu rôto? Meu boi? Ninguém sabe... Mas não existe ninguém a quem ainda não lhe tenham chamado isso. Eu pessoalmente penso que trata-se de
aquelas pessoas hipócritas que, não tendo coragem de falarem directamente o que acham, encontraram este método para insultar as pessoas que não gostam sem que as mesmas notem. Por isso é que sempre que alguém me diz "Ta td bem ctg pah?" a minha resposta é imediata "Vai-te foder!". Homem que é Homem não vem cá com essas rotices porque não é preciso perguntar se está tudo bem. Homem que é Homem está sempre na boa nem que esteja com tuberculose! Ainda há outra coisa que causa estranheza... "Como vai a vida?". Fds! A vida não vai..! Isso é uma cena abstracta... A vida não anda por aí a pé como o comum dos mortais. Porque que é que não se pergunta simplesmente, já que se quer entrar nesse tipo de
gayzadas de falso amigo preocupado, algo como "Tás com problemas?"?! Enfim... E depois quando é a altura das despedidas "Fica bem!". Não é um bocado óbvio que se deseje bem a uma pessoa conhecida?! A tal pessoa de certeza que sabe que lhe queremos bem, ou nao? Quer dizer... há algumas excepções! Mas nesses casos também Homem que é Homem diz logo "Vai pró caralho!" e não entra em hipócrisias... Outra despedida estúpida é o "Porta-te!". Porta-te bem? Porta-te mal? E em que medida é que isso vai influênciar o comportamento da pessoa a
quem a despedida é dirigida?! Em nenhuma! Ninguém liga... Que puta de mania..!!!

quinta-feira, março 03, 2005

Esta iniciada a minha contribuiçao neste blog. Aguardem-me!