sábado, março 25, 2006
Se a vagear pelo mundo, alguma vez me deparasse com o seu sexo, pinava a Terra. Faria planetazinhos e desvendava então o misterio da criação... ou não, porque voltavamos à antiga questão: Qual era o primeiro planeta? Bastava um. Reproduziria-se pelo processo alquimista homunculus (http://en.wikipedia.org/wiki/Homunculus). Ou poderia ser feito atraves de partes descartaveis da galaxia ou quiça do universo (tipo Frankenstein)... hum... O que é que eu estou praqui a dizer...?
sábado, março 11, 2006
Ah?
Acabo de ir ao frigorifico e deparo-me com uma cena de ovos. Foi aí que me lembrei de algo que, ainda agora, passados largos minutos, me atormenta o pensamento. Uma galinha põe um ovo. Nesse ovo tem uma especie de gosma. Essa gosma transformar-se-á num pintainho. Esse pintainho mais tarde vai partir a casca. Etc e tal... Ora bem, a minha dúvida é esta: como é que o pintainho consegue respirar dentro do ovo até partir a puta da casca?
quarta-feira, março 08, 2006
Dia Internacional da Mulher
Ouvi por aí dizer que hoje era o Dia Internacional da Mulher. Pus-me a pensar... desisti passado 3 segundos. Logo no primeiro segundo chegui à conclusão que se existe Dia da Mulher e não existe Dia do Homem, é porque, como toda a gente sabe, Dia do Homem é todos os dias e a necessidade da existencia deste dia não é porque 130 operárias morreram queimadas por causa de uma greve, é apenas pura rotice. No segundo dois (e disse segundo dois porque o segundo segundo dá comidela de cabeça a muita gente) questionei se a minha lógica era o que essas mentes feministas dizem: machista. Resposta: (e outra comidela de cabeça) a minha lógica é logica, por incrivel que pareça, e se continuam a achar que é machista, eu quero é mais que se fodam. No terceiro segundo, pensei sobre o que se diz sobre as mulheres serem discriminadas e que o homem recebe mais e essas tretas. Caralho! Se acham que isso é verdade, não é a inventar um Dia da Mulher que isso é que dá a sensação que a mulher só tem um dia em que não fica em casa a fazer o 'cumer' ou a tomar conta do puto. Se continuam achar que eu não faço sentido e que eu devia era ir à merda, eu digo o que disse antes (e até para o Sr. Prof. Malheiro, se é que foi ele que mandou a carta, se sentir feliz) eu quero é mais que se fodam.
segunda-feira, março 06, 2006
Um pequeno momento
A humanidade é estranha. É fascinante no seu modo, seja de bem ou de mal, mas estranha. Comparado com os animais, temos a menor taxa de doenças cancerigenas. Acompanhando a nossa evolução, também evoluiram as doenças. Curioso... Há quem diga que a proxima evolução do Homo Sapiens apresentará um degradé na postura mas um aumento da parte de trás do cranio para dar espaço a mais cerebro. Mas ainda nem 20% do cerebro utilizamos... Também há quem diga que chegamos ao pico da evolução. Se assim for, que bela merda que nos tornamos. Guiados ou revoltados pelos desejos do corpo, deambulamos neste mundo. Não saber o que nos espera é o que nos move.
Sendo assim, o proximo passo da evolução seria o homem inventar. Quando aparecer alguém que seja um génio ou que seja o gajo mais burro do planeta com ideias que realmente nos mudem a todos, por favor acordem-me nesta vida ou na proxima...
Sendo assim, o proximo passo da evolução seria o homem inventar. Quando aparecer alguém que seja um génio ou que seja o gajo mais burro do planeta com ideias que realmente nos mudem a todos, por favor acordem-me nesta vida ou na proxima...
sábado, março 04, 2006
MCA
E quê? Agora toda a gente vê as novelas da tvi? Em especial, os morangos com açucar? Bahhh... Esta semana até é motivo de capa na visão! Caralho, serei o único que não vê essa merda?!
Diz(c)urso(s)
Ao visualizar os Golden Globes, a noite passada, uma das coisas que me fez confusão foi quando alguém recebeu um prémio. Quando o(a) galardoado(a) vai ao palco é certo e sabido que tudo se resume a isto: fafafa, choradeira, 'quero agradecer ao pissas (nome fictício), ao outro pissas (outro nome fictício), etc...', mais choradeira e depois para finalizar 'amo-te pirussas (mais um nome fictício)'. Não compreendo... Não seria muito mais resumido, fácil e bonito chegar lá e dizer: "Este prémio é para todos que me apoiaram e o outros que sa fodam"?
sexta-feira, março 03, 2006
Bah..
Detesto encontrar alguém conhecido no autocarro ou no metro. Por uma simples razão: para quem não sabe, a hora a que ando nos merdosos transportes públicos é a minha hora de dormir. por acaso eu nao vos vou acordar as 500 da manhã para vos contar a minha vida pois não?
Deixai um gajo dormir sossegado caralho..
Não há direito..
Deixai um gajo dormir sossegado caralho..
Não há direito..
A verdade
Acabei de chegar à conclusão que o mundo se rege por incentivos. O mundo não, a sociedade. Digo isto pois a todas as nossas acções está inerente pelos menos um qualquer incentivo a ela indissociável. Por mais estúpido que isto pareça, é tudo uma questão de perspectiva. Temos é de olhar a situação pelo lado certo.
Consideremos os três tipos de incentivos que Steven D. Levitt diz existir: financeiros, sociais e morais. Ora isto pode ser aplicado ao nosso quotidiano. Porque todos nós precisamos de dinheiro para sobreviver. Porque todos nós nos preocupamos, uns mais e outros menos, com o que os outros pensam e/ou dizem de nós. E porque todos nós preferimos fazer algo moralmente certo a errado, por muito que custe admitir.
Em alguns casos o incentivo terá uma ligação directa e noutros nem tanto. Por exemplo, quando se paga a alguém por um serviço. Existe uma ligação directa através de um incentivo financeiro que é o pagamento e um moral que é participar no mercado de trabalho dando assim o nosso contributo à sociedade. Nesta situação a definição de um incentivo social depende de várias constantes, pois se o tal serviço fosse um crime passaríamos a ser vistos como criminosos. Porém, se fosse cortar a relva dum jardim já não. Obviamente que tudo isto depois também teria influência no ponto de vista moral. Acabando por todos os incentivos serem específicos da ocorrência. Cada caso é um caso e não é possível generalizar a coisa. Há os aspectos positivos e os negativos ("qualquer incentivo é em si um jogo de contrapartidas; o segredo está em encontrar o justo equilibrio").
Então, sendo a nossa sociedade regida por incentivos, todos nós somos, nada mais nada menos, que um bando de interesseiros, futéis e materialistas. E essa é a verdade...
Consideremos os três tipos de incentivos que Steven D. Levitt diz existir: financeiros, sociais e morais. Ora isto pode ser aplicado ao nosso quotidiano. Porque todos nós precisamos de dinheiro para sobreviver. Porque todos nós nos preocupamos, uns mais e outros menos, com o que os outros pensam e/ou dizem de nós. E porque todos nós preferimos fazer algo moralmente certo a errado, por muito que custe admitir.
Em alguns casos o incentivo terá uma ligação directa e noutros nem tanto. Por exemplo, quando se paga a alguém por um serviço. Existe uma ligação directa através de um incentivo financeiro que é o pagamento e um moral que é participar no mercado de trabalho dando assim o nosso contributo à sociedade. Nesta situação a definição de um incentivo social depende de várias constantes, pois se o tal serviço fosse um crime passaríamos a ser vistos como criminosos. Porém, se fosse cortar a relva dum jardim já não. Obviamente que tudo isto depois também teria influência no ponto de vista moral. Acabando por todos os incentivos serem específicos da ocorrência. Cada caso é um caso e não é possível generalizar a coisa. Há os aspectos positivos e os negativos ("qualquer incentivo é em si um jogo de contrapartidas; o segredo está em encontrar o justo equilibrio").
Então, sendo a nossa sociedade regida por incentivos, todos nós somos, nada mais nada menos, que um bando de interesseiros, futéis e materialistas. E essa é a verdade...
quinta-feira, março 02, 2006
Pensamento do dia
"Uma coisa que vale a pena ter é uma coisa pela qual vale a pena aldrabar ou cometer uma fraude." - W.C. Fields
