Eu sei que ultimamente tenho andado desaparecido. As doninhas que o digam. Uma vez ou outra lá apareço por trás mesmo quando elas menos esperam, deixo o meu esperma letal e enforco-as de seguida.
E vocês pensam: "ena, que crueldade". Ao que eu respondo: "Não quero engravidar doninhas."
E o que é uma doninha afinal? Pois bem, uma doninha é um ser que nos provoca asco e um esgar de mau estar só pela sua proximidade e uma vontade de usar a violência extrema sempre que abre a boca.
Nesta designação atrevo-me a incluir aqueles putos reguilas que ainda nem chegaram à puberdade e já têm a mania que são homens porque já tiveram a 1ª ejaculação a masturbarem-se com as fotos da prima boa.
Até porque, para quem não sabe, a primeira ejaculação não tem nada a ver com o desenvolvimento das hormonas na puberdade, mas sim com o grau de coragem e bravura do esperma.
Mas voltando ao assunto, o meu desaparecimento também aconteceu porque ando praí a tentar ser estudante, a tirar um curso, a tentar trabalhar enquanto que o resto do grupo deve andar a bater píveas com uma celeridade descomunal como se não houvesse amanhã. Andamos todos, portanto, ocupadíssimos.
Ainda houve quem tivesse proclamado que me encontrava de férias no Magalhães Lemos a olhar para o branco das paredes.
Venho por este meio avisar todas essas infames e desequilibradas mentes que vos irá crescer um pinheiro no cuzinho da próxima vez que proferirem tal blasfémia.