falo falo mas nao digo nada

terça-feira, setembro 18, 2007

Se não fosse o Linux o que seria de mim

Faz hoje 2 meses que o meu computador anda a Linux visto que o Windows decidiu não funceminar no meu computador. A formatação está iminente, mas por enquanto o Knoppix entretem-me.

Posso agora dizer que adoro o Windows dado que um estudo feito por mim prova que o Linux é fodido de trabalhar. À parte do Super-utilizador que aprendi hoje o resto bem pode ir pra puta que o pariu.

Vou mazé mandar o disco co' caralho.

E já eliminavam as merdas dos drafts que estão no blog.



Já me estou a sentir melhor.
Sa foda.

O Ranger do Balaia - O Regresso

O Ranger regressa.
E desta vez com o preto do ajudante do primo que juntos assombram as bifas do Balaia Golf Village.

Um mês passou. Há quem chame a isso emigração (e não imigração porque como toda a gente sabe, o Algarve é internacional).
Nas 4 semanas e meia que se seguiram ao 1º de Agosto foi sentida uma presença aligena pelos nativos albufeirenses. Preparativos foram feitos, assim como alguns rituais para espantar essas merdas que o Prof. Bambu e o Prof. Karamba defendem.

O Ranger entra em acção.
Os penhascos sentem a sua marca. As varandas encontram as suas pegadas. As marés revoltam-se contra o seu impeto. As praias endurecem a areia para suster a sua força, a sua vontade... o seu Poder.

A sua vestimenta especial de Lloret com a sinalização do "proibido farpar" no rego ondula ao sabor do vento. As sandálias são apertadas e o saco de mantimentos atravessa a sua faixa pelo ombro do Ranger, prendendo-a.

Depois da Maria Luisa no ano anterior foi a vez de Olhos d'Agua sentir a sua imponência. Alguns apontam, outros reviram os olhos, mas outras o veneram. Está patente a confiança nos olhos do Ranger. A coragem transparece inspiraçao.

Na 1ª semana o Ranger arranja uma trotineta com motor electrico do contrabando do tio para mais facilmente percorrer e vigiar (leia-se espiar) os arredores do Balaia Golf Village.

Na 2ª semana o Trivette (preto do primo) abandona a parceria juntamente com a famelga do Ranger deixando-o sozinho e entregue à sua sorte. (Assim como o Ranger gosta)

A 3ª semana existe para o Ranger explorar novos territorios com o esquadrão fêmea e trocar a sua trotinete a motor por uma Moto 4 chulada de novo ao tio.

No inicio da 4ª semana uma instabilidade climatérica insurge-se. Fortes relampagos e torrentes de chuva ameaçam o Ranger a abandonar o perimetro de Albufeira. No dia seguinte são roubadas umas calças do estendal do Ranger como 2º aviso. Ele não espera pelo 3º e dá um roundhouse kick às influencias nefastas alastradas pelo Prof. Djibidé numa tentativa de expulsar o Ranger do seu territorio.

O esquadrão classe B3 chega e os animos amainam, mas o terror aumenta no seio dos nativos.
A semana passa e o Ranger pousa o seu chapéu pronto para regressar a casa.
O Algarve descansa agora.

Foi mais um ano.
Outros virão.