falo falo mas nao digo nada

segunda-feira, setembro 25, 2006

Este vale a pena ler. A sério! Espera! Não vás embora! Pelo menos tenta...

Hoje surgiram 3 pseudo-epifanias diante mim. Tudo começou numa solarenga manha de segunda-feira que assinala o começo de mais uma semana de rolamento de espuma salival. Um especimen canino de pequena estatura agachava-se projectando o seu fabuloso dejecto. E foi a primeira vez que eu vi um ser desafiar verdadeiramente a gravidade. Isto porque o defecar canito se encontrava curvado para cima, projectando-se, aparentemente, para o espaço. Isto levou-me, estupidamente ou não, a estudar de perto a anatomia do anus pesquisando em livros e internet. Até porque a minha capacidade intelectual, por muito elevada que seja, não me permite projectar cientificamente o perfeito milagre, a mensagem que Deus provavelmente quis que eu passasse que, no entanto, se encontra além da minha compreensão. Posto isto, 1 hora depois, munido de sabedoria anal, dirigi-me à casa de banho efectuar o processamento de fluidos. Arranquei o motor com um simples Zéfiro (Deus Grego do Vento), flatulencia ou até ventosidade anal para os menos compreendidos, proclamando: "AH! LEÃO!", ao que o sujeito 10 urinois ao lado se queixou: "EI! CA CHEIRO!". Mas meus amigos, já diz o ditado: "Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo farpastico". Até porque segundo o Professor Paul Louie, especialista em produção de gases através de biomassa, o peido assim como toda a materia tem os seus limites. Sendo a velocidade do peido baixos metros por segundo, dependendo da formação anal, num espaço apesar de confinado, o peido nunca se sentiria 1/2 segundos depois. Outro apontamento a fazer seria a limitação da direcção do peido. Traçando uma linha recta entre mim e o sujeito aperceberiamo-nos da impossibilidade da referida projeção flatulenta. Para acabar o ultimo tema de casa de banho porque todas as epifanias têm este o seu lugar de escolha e referencia, ocorreu-me também enquanto eu puxava as peles para mijar que a maior invenção humana, segundo Darwin, foi o dedo oponivel. Isto porque antes o homem tinha de se adaptar ao ambiente. Hoje é maioritariamente ao contrário. O homem cria objectos que se adaptem a ele. O que me leva logicamente a pensar que se o polegar não existisse, o homem criaria outro tipo de objectos e provavelmente hoje estariamos num mundo completamente diferente. Mas nada disto está correcto. Porque o ambiente muda e temos que olhar para o que é verdadeiramente imutavel. Na nossa anatomia, além da postura, feições e quantidade de pelugem, os orgãos principais nunca mudaram. E um dia o homem primitivo que não arregaçava as peles para mijar apanhou uma infecção urinária e desenvolveu o dedo oponível. É que já tentaram arregaçar as peles sem o polegar? É estranho não. E as mulheres? Bem, as mulheres são umas copionas, e isto eu explico remontando à minha infância traumatica. Mas isso é outra história, outra altura...

segunda-feira, setembro 18, 2006

Qual gato fedorento, qual caralho...

domingo, setembro 17, 2006

11 de Setembro

Uma outra visão das coisas. Dá que pensar...

http://fhf.blogspot.com/2006/09/11-de-setembro-pontas-soltas.html

http://www.loosechange911.com/

sexta-feira, setembro 15, 2006

Ahhh... E ninguém se riu!

Numa altura em que grande parte da opinião pública dramatiza a existência de programas como 'Jackass', onde um grupo de personalidades desiquilibradas se auto-tortura repetidamente das mais variadas maneiras possíveis tendo o riso como finalidade; que se pensará de mim, quando se souber que paguei uma massa valente para me tirarem de casa 4 dias e me enfiarem 20 agrafos na zona abdominal?

terça-feira, setembro 12, 2006

Actividades diárias

Todos temos actividades diárias que nos dão sabor à vida. Comer, dormir, etc... A minha perferida é, sem margem de duvida, cagar. Existem momentos que até leva vantagem da actividade pinatória, isto porque depois de cagar excusamos de nos agarrar à retrete e dizer "amo-te muito" ou algo do género, se bem que não está longe da verdade pelo menos no meu caso. Posto isto, hoje arranhei o cu porque o papel estava áspero. E passo a explicar o processo da transformação aspera do papel higiénico recorrendo a um ritual conhecido por todos... ou quase todos, que é o banho. O banho do homem distingue-se bem do banho da mulher. Até porque o homem antes do banho chuta as roupas para um canto e ao passar pelo espelho a coçar a tomateira faz a rapida inspecção ao corpo que consiste em olhar para o piroco por breves segundos. Numa fase mais elaborada, existem aqueles que fazem pose de halterofilista mas o objecto mais examinado continua a ser o musculo peniano. Depois desta pentelhice, o homem já no chuveiro pega num qualquer liquido ou sabonete para se lavar deixando pelos no mesmo. Por vezes mija no chuveiro e ri quando se peida. Os mais entusiastas fazem penteados esquesitos e saem para se ver ao espelho molhando o chão todo. Chegando ao ponto que queria, como molhei o rolo de papel higiénico, deixei-o a secar à janela. Depois de seco fui cagar e eis que ao utilizar este, arranhei o cu. Isto para avisar quem não saiba que o papel molhado depois de seco tem tendencia a endurecer. Era só isso...